Grupo Ageas reforça investimento imobiliário em Lisboa

O Grupo Ageas Portugal acaba de adquirir três edifícios na área da Grande Lisboa.

Segundo Gilles Emond, Head of Real Estate do Grupo Ageas Portugal, «a aquisição destes edifícios integra-se numa estratégia mais ampla de reforço do investimento imobiliário em Portugal, iniciada com o desenvolvimento do novo edifício-sede da empresa no Parque das Nações. Mas simboliza também, de forma inequívoca, a vontade do Grupo Ageas Portugal continuar a apostar no setor imobiliário em Portugal, especialmente no mercado de escritórios».

Um dos espaços, na Rua Castilho, totaliza 2.900 m2 de área bruta de construção acima do solo, distribuídos por sete pisos de escritórios e ainda quatro de estacionamento subterrâneo. Localizado numa zona privilegiada de escritórios, hotelaria e residencial, beneficia da proximidade da Avenida da Liberdade e dos principais meios de transporte público. Nesta transação, o Grupo Ageas Portugal foi assessorado pela Cushman & Wakefield na análise comercial e negociação, pela Vieira de Almeida na componente jurídica e pela Arcadis na vertente técnica.

Adicionalmente, o Grupo segurador adquiriu um portefólio de dois imóveis à Anchorage Capital Europe e à Lace Investment Partners. Um dos edifícios está localizado na zona de Entrecampos, com 11.000 m2 de área bruta de construção acima do solo, distribuídos por doze pisos de escritórios e quatro de estacionamento subterrâneo. Localizado numa zona privilegiada de escritórios, beneficia da proximidade da Avenida da República e de excelentes acessos por transporte público. Os principais inquilinos são a Sky e a AICEP. A Anchorage / Lace foram assessorados pela CBRE, Morais Leitão, NPN - Neves, Pinheiro, Neves & Associados e Ernst & Young.

O outro edifício adquirido  pelo Grupo Ageas Portugal nesta transação está situado na zona da Estrada de Benfica. Totaliza 5.000 m2 de área bruta de construção acima do solo, distribuídos por sete pisos de escritórios e um de estacionamento subterrâneo. O Grupo Ageas Portugal foi assessorado pela Cushman & Wakefield na análise comercial, Vieira de Almeida na componente jurídica e negociação, Arcadis na vertente técnica e pela KPMG como consultor financeiro e fiscal.

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